ENGRAÇADA...
Foi essa palavra que meu filho escolheu para me definir na apresentação da escola pelo dia das mães. A música-tema foi aquela da Cassia Eller, Palavras ao Vento... (Clique para ouvir abaixo do texto). No refrão, cada aluno levantava um coração com atributos às mães... Amiga, carinhosa, compreensiva, etc. Entre elas “Engraçada”. Eu!
Num misto de emoção e riso, eu realmente me vi naquela palavrinha que o amor desnudo do filhote definiu. De tudo o que já vivemos nesses quase nove anos o que ele guardou foram os nossos sorrisos juntos. Que maravilha!
Bom ser lembrada pelos meus sorrisos! Pelas minhas palhaçadas e risadas a dois. Bom saber que ao decidir não me prender a comportamentos padrões eu realmente planto uma semente especial em seu coração.
Mal sabe ele que na verdade é ele quem me faz desestressar, quando tenho que focar grande parte da minha vida nele. Mal sabe ele que EU PRECISO ser engraçada para não pirar de vez em quando... Que as gargalhadas que damos são mais terapias pessoais do que remédio. Ah filho, como é bom saber que estou certa contigo, que não preciso ser a mamãe tradicional para que você sinta todo o meu amor por você. Que vale a pena não ter deixado de viver a minha vida para viver a sua e sim, compartilhar tudo o que vivo contigo.
Eu tenho certeza que, quando eu for velhinha, você vai estar numa roda de amigos, e quando todos estiverem comentando sobre os quitutes que suas mães lhe preparavam quando crianças, você vai falar todo orgulhoso que sua mãe baixou na net e gravou as 4 temporadas de Ben10 para você ver no DVD ou que fez passeio de bicicleta contigo para ver as obras do metrô... À minha maneira eu te dou o meu melhor, sem rótulos, sem regras, sem scripts. Eu juro que tento ser a melhor mãe do mundo! Mesmo quando te puxo as orelhas ou te dou umas boas chineladas...
Obrigada filho, por me fazer sentir uma mãe diferente das outras, como eu acho que realmente sou.
Te amo pra sempre!
Foi essa palavra que meu filho escolheu para me definir na apresentação da escola pelo dia das mães. A música-tema foi aquela da Cassia Eller, Palavras ao Vento... (Clique para ouvir abaixo do texto). No refrão, cada aluno levantava um coração com atributos às mães... Amiga, carinhosa, compreensiva, etc. Entre elas “Engraçada”. Eu!
Num misto de emoção e riso, eu realmente me vi naquela palavrinha que o amor desnudo do filhote definiu. De tudo o que já vivemos nesses quase nove anos o que ele guardou foram os nossos sorrisos juntos. Que maravilha!
Bom ser lembrada pelos meus sorrisos! Pelas minhas palhaçadas e risadas a dois. Bom saber que ao decidir não me prender a comportamentos padrões eu realmente planto uma semente especial em seu coração.
Mal sabe ele que na verdade é ele quem me faz desestressar, quando tenho que focar grande parte da minha vida nele. Mal sabe ele que EU PRECISO ser engraçada para não pirar de vez em quando... Que as gargalhadas que damos são mais terapias pessoais do que remédio. Ah filho, como é bom saber que estou certa contigo, que não preciso ser a mamãe tradicional para que você sinta todo o meu amor por você. Que vale a pena não ter deixado de viver a minha vida para viver a sua e sim, compartilhar tudo o que vivo contigo.
Eu tenho certeza que, quando eu for velhinha, você vai estar numa roda de amigos, e quando todos estiverem comentando sobre os quitutes que suas mães lhe preparavam quando crianças, você vai falar todo orgulhoso que sua mãe baixou na net e gravou as 4 temporadas de Ben10 para você ver no DVD ou que fez passeio de bicicleta contigo para ver as obras do metrô... À minha maneira eu te dou o meu melhor, sem rótulos, sem regras, sem scripts. Eu juro que tento ser a melhor mãe do mundo! Mesmo quando te puxo as orelhas ou te dou umas boas chineladas...
Obrigada filho, por me fazer sentir uma mãe diferente das outras, como eu acho que realmente sou.
Te amo pra sempre!
3 comentários:
Ai q linda essa declaração...
É por essas e outras experiencias que não vejo a hora de poder multiplicar meu amor no coração dos meus futuros filhotes
Amiga,
Sua mensagem está linda! Também me acho especial quando o Igor me classifica de "muito doida". Os nossos filhos não precisavam de uma mãe-padrão. Acho que eles nem suportariam isso. Parabéns pelo texto e pela mãe que você é. Um beijão pra você e pro Gu.
Nossa que lindo fiquei emocionada pois sempre fui assim também deu muito valor ao ser mãe, amo d+, mãe e sempre mãe independe de ser a que pega no pé a que curti ir ao cinema com os filhos, ou aquela que mesmo cheia de problemas esta sempre com sorriso em seus lábios sempre alegre, engraçada vc e linda e a mãe que eu admiro amiga, mulher.
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